quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Luz zodiacal
(UOL) O European Southern Observatory (Observatório Europeu do Sul, em tradução livre do inglês) divulgou uma imagem feita em setembro de 2009 no observatório de La Silla, no Chile, que mostra uma luz zodiacal, isto é, um brilho triangular. O brilho deixa evidente um mar de nuvens que se instalaram no vale abaixo de La Silla, que fica a uma altitude de 2400 metros. A luz zodiacal é a luz solar refletida em entre o Sol e a Terra. Como implica seu nome, este brilho celeste aparece no anel de constelações conhecidas como o zodíaco.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
"Não há nada como o Atacama"
Confira os melhores momentos do bate-papo com Adhemar Duro, embaixador de astrofotografia do ESO
(Galileu) Nesta segunda-feira (27) a GALILEU promoveu um #FacetoFace, um bate-papo através do Facebook, entre leitores e o astrofotógrafo Adhemar Duro. O professor catarinense foi escolhido como embaixador de astrofotografia doEuropean Southern Observatory (ESO) e compartilhou dicas de como tirar as melhores fotos do céu.
Confira, aqui, os melhores momentos da conversa:
Júlia Klein Aurélio: Teria algum horário que seja melhor para fotografar à noite? Sem ser timelapse.
Adhemar Duro: Sim. É necessário planejar de acordo com a fase da Lua. Se você quiser mais estrelas visíveis ou a Via Láctea, evite a luminosidade da Lua.
Rennan Araujo: Cara, queria que você me contasse um pouco de quando exatamente surgiu essa paixão por fotografia. E mais precisamente, sobre esse tipo tão peculiar.
Boa pergunta! Quando criança eu acordava bem cedo no domingo pra assistir a série Cosmos, com o genial Carl Sagan. Desde então sempre fui fascinado por Astronomia. Também adorava Star Wars e Star Trek!
Felipe Germano: Sei que você usa câmeras avançadas para conseguir as fotos com qualidade. Mas existe alguma forma de captar boas fotos com um equipamento amador? Como não passar vergonha tirando fotos da Lua e postando no Facebook?
Já vi resultados excelentes com sensor cropado. Há ótimas opções de lentes tb. Fotografe sempre em RAW!
Leandro Lara: Você poderia contar um pouco do processo para fazer esse tipo de foto?
Planejamento prévio é essencial. A escolha do local deve ser antecipada e planejada de acordo com a fase da lua. Depende da técnica que vc deseja realizar.
Jefferson Salgado: Existe algum curso online que você recomenda para quem quer começar a aprender esse tipo de fotografia ou mesmo fotografia básica? Sempre quis entender mais sobre o tema, mas na minha região não temos cursos assim.
Sugiro um e-book: Shooting Stars, do Phil Hart!
Fernandu Z-luciu: Existe ou qual seria opção no mercado de máquinas fotográficas para iniciantes do mundo da astronomia?
Qualquer câmera que permita captura em RAW e controle Manual de ajustes, com uma lente com foco Manual.
Luciana Galastri: No Brasil, quais são os lugares em que você já fotografou e que apresentaram a melhor visibilidade do céu?
Fotografei na região de Lages, na Serra Catarinense. Gostei dos resultados!
André Jorge de Oliveira: Na sua opinião, qual é a região que possui o céu noturno mais bonito do Brasil, seja para fotografar ou apenas admirar a olho nu? Tem alguma comparação com os céus do deserto do Atacama?
Essa pergunta está relacionada ao clima das regiões. Aqui no Sul é muito úmido mas algumas poucas noites de inverno são bem secas, ideiais pra astrofotografar. A melhor região para contemplação é aquela mais distante das grandes cidades que vc puder alcançar! Não há nada como o Atacama!
E um resumo da conversa, cortesia do Adhemar:
Como são muitas as perguntas, vamos ao essencial: 1 - Vá pra longe das cidades, 2 - Estabilize a câmera (tripé), 3 - Captura em RAW, 4 - Ajuste para ISO alto (entre 800 e o máximo de sua câmera), 5 - Abertura entre 2.8 e 4.0, 6 - Exposição de 15 a 30s, 7 - Foco no infinito (foque uma lanterna colocada no chão à distância e desligue o automático), 8 - Dispare com retardo ou controle remoto. Não tem erro!
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E mais:
Veja 10 imagens incríveis de astrofotografia (Super)
(Galileu) Nesta segunda-feira (27) a GALILEU promoveu um #FacetoFace, um bate-papo através do Facebook, entre leitores e o astrofotógrafo Adhemar Duro. O professor catarinense foi escolhido como embaixador de astrofotografia doEuropean Southern Observatory (ESO) e compartilhou dicas de como tirar as melhores fotos do céu.
Confira, aqui, os melhores momentos da conversa:
Júlia Klein Aurélio: Teria algum horário que seja melhor para fotografar à noite? Sem ser timelapse.
Adhemar Duro: Sim. É necessário planejar de acordo com a fase da Lua. Se você quiser mais estrelas visíveis ou a Via Láctea, evite a luminosidade da Lua.
Rennan Araujo: Cara, queria que você me contasse um pouco de quando exatamente surgiu essa paixão por fotografia. E mais precisamente, sobre esse tipo tão peculiar.
Boa pergunta! Quando criança eu acordava bem cedo no domingo pra assistir a série Cosmos, com o genial Carl Sagan. Desde então sempre fui fascinado por Astronomia. Também adorava Star Wars e Star Trek!
Felipe Germano: Sei que você usa câmeras avançadas para conseguir as fotos com qualidade. Mas existe alguma forma de captar boas fotos com um equipamento amador? Como não passar vergonha tirando fotos da Lua e postando no Facebook?
Já vi resultados excelentes com sensor cropado. Há ótimas opções de lentes tb. Fotografe sempre em RAW!
Leandro Lara: Você poderia contar um pouco do processo para fazer esse tipo de foto?
Planejamento prévio é essencial. A escolha do local deve ser antecipada e planejada de acordo com a fase da lua. Depende da técnica que vc deseja realizar.
Jefferson Salgado: Existe algum curso online que você recomenda para quem quer começar a aprender esse tipo de fotografia ou mesmo fotografia básica? Sempre quis entender mais sobre o tema, mas na minha região não temos cursos assim.
Sugiro um e-book: Shooting Stars, do Phil Hart!
Fernandu Z-luciu: Existe ou qual seria opção no mercado de máquinas fotográficas para iniciantes do mundo da astronomia?
Qualquer câmera que permita captura em RAW e controle Manual de ajustes, com uma lente com foco Manual.
Luciana Galastri: No Brasil, quais são os lugares em que você já fotografou e que apresentaram a melhor visibilidade do céu?
Fotografei na região de Lages, na Serra Catarinense. Gostei dos resultados!
André Jorge de Oliveira: Na sua opinião, qual é a região que possui o céu noturno mais bonito do Brasil, seja para fotografar ou apenas admirar a olho nu? Tem alguma comparação com os céus do deserto do Atacama?
Essa pergunta está relacionada ao clima das regiões. Aqui no Sul é muito úmido mas algumas poucas noites de inverno são bem secas, ideiais pra astrofotografar. A melhor região para contemplação é aquela mais distante das grandes cidades que vc puder alcançar! Não há nada como o Atacama!
E um resumo da conversa, cortesia do Adhemar:
Como são muitas as perguntas, vamos ao essencial: 1 - Vá pra longe das cidades, 2 - Estabilize a câmera (tripé), 3 - Captura em RAW, 4 - Ajuste para ISO alto (entre 800 e o máximo de sua câmera), 5 - Abertura entre 2.8 e 4.0, 6 - Exposição de 15 a 30s, 7 - Foco no infinito (foque uma lanterna colocada no chão à distância e desligue o automático), 8 - Dispare com retardo ou controle remoto. Não tem erro!
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E mais:
Veja 10 imagens incríveis de astrofotografia (Super)
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Brasileiro recebe título internacional de embaixador por astrofotografia
Professor, que dá aulas em SC, começou a utilizar técnica 'por curiosidade'. Ele é o único brasileiro entre 19 fotógrafos nomeados embaixadores.
(G1) O professor Adhemar Duro, de 41 anos, recebeu o título de 'Embaixador Fotográfico' de uma entidade internacional pelo trabalho com a astrofotografia. Ele é o único brasileiro entre os 19 fotógrafos nomeados embaixadores do European Southern Observatory (ESO).
A entidade possui um observatório no Chile. Em 2011, o professor, que dá aulas em Itajaí, entrou em contato com a unidade, inscreveu um projeto e conseguiu autorização para produzir imagens do espaço durante uma noite. "Muita gente visita o Chile para fazer essas fotos", afirmou Gustavo Rojas, representante brasileiro da organização. A titulação foi dada ao professor no fim do primeiro semestre deste ano.
Naquele ano, Adhemar começou a utilizar a técnica da astrofotografia "por curiosidade". "Mexo com fotografia desde a época do filme analógico. Profissionalmente, sempre fotografei cirurgias. Em 2009, comprei uma câmera digital e comecei a sair para treinar. Procurava tirar fotos da natureza", contou ele, acrescentando que aprendeu praticamente sozinho.
A vontade de aprimorar as técnicas fez com que ele voltasse para a faculdade como aluno para cursar Fotografia. "Me bateu um estalo e senti a necessidade de fazer algo novo", expõe. Morador de Balneário Camboriú, Litoral Norte catarinense, ele vive em Santa Catarina há 15 anos e atua como professor de Odontologia, em Itajaí.
Técnica específica
Segundo ele, a astrofotografia exige técnica apurada e muita paciência. Para a produção de uma única imagem, pode-se tirar mais de mil fotos por várias horas ou mesmo uma noite inteira. "É uma técnica bem específica e não se ensina na faculdade".
O Observatório afirma que o deserto do Atacama, no Chile, é um dos melhores lugares do planeta para observar estrelas. Foi lá que Adhemar registrou as imagens. Numa delas, chamada de 'rastros de estrelas', o céu forma circunferências a partir dos pontos de luz daqueles corpos celestes.
"Dá para fazer com uma foto só, que é bem mais complicado, ou com várias fotos de 20 ou 30 segundos. Aí edita e a imagem constrói a passagem das estrelas. É muito difícil conseguir aqui na região [de Santa Catarina]. É preciso de uma noite sem vento e umidade, com céu limpo e pouca lua", explica ele.
Ele conta ainda que tem buscado cada vez mais fazer uma transição para a nova profissão. "Quero investir mais nisso. Tem gente que diz que fotografar é um hobby, só que, para mim, é muito mais que isso. Fotografar um céu noturno mais límpido do mundo é uma visão fantástica", assegura Adhemar.
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Mais imagens aqui
(G1) O professor Adhemar Duro, de 41 anos, recebeu o título de 'Embaixador Fotográfico' de uma entidade internacional pelo trabalho com a astrofotografia. Ele é o único brasileiro entre os 19 fotógrafos nomeados embaixadores do European Southern Observatory (ESO).
A entidade possui um observatório no Chile. Em 2011, o professor, que dá aulas em Itajaí, entrou em contato com a unidade, inscreveu um projeto e conseguiu autorização para produzir imagens do espaço durante uma noite. "Muita gente visita o Chile para fazer essas fotos", afirmou Gustavo Rojas, representante brasileiro da organização. A titulação foi dada ao professor no fim do primeiro semestre deste ano.
Naquele ano, Adhemar começou a utilizar a técnica da astrofotografia "por curiosidade". "Mexo com fotografia desde a época do filme analógico. Profissionalmente, sempre fotografei cirurgias. Em 2009, comprei uma câmera digital e comecei a sair para treinar. Procurava tirar fotos da natureza", contou ele, acrescentando que aprendeu praticamente sozinho.
A vontade de aprimorar as técnicas fez com que ele voltasse para a faculdade como aluno para cursar Fotografia. "Me bateu um estalo e senti a necessidade de fazer algo novo", expõe. Morador de Balneário Camboriú, Litoral Norte catarinense, ele vive em Santa Catarina há 15 anos e atua como professor de Odontologia, em Itajaí.
Técnica específica
Segundo ele, a astrofotografia exige técnica apurada e muita paciência. Para a produção de uma única imagem, pode-se tirar mais de mil fotos por várias horas ou mesmo uma noite inteira. "É uma técnica bem específica e não se ensina na faculdade".
O Observatório afirma que o deserto do Atacama, no Chile, é um dos melhores lugares do planeta para observar estrelas. Foi lá que Adhemar registrou as imagens. Numa delas, chamada de 'rastros de estrelas', o céu forma circunferências a partir dos pontos de luz daqueles corpos celestes.
"Dá para fazer com uma foto só, que é bem mais complicado, ou com várias fotos de 20 ou 30 segundos. Aí edita e a imagem constrói a passagem das estrelas. É muito difícil conseguir aqui na região [de Santa Catarina]. É preciso de uma noite sem vento e umidade, com céu limpo e pouca lua", explica ele.
Ele conta ainda que tem buscado cada vez mais fazer uma transição para a nova profissão. "Quero investir mais nisso. Tem gente que diz que fotografar é um hobby, só que, para mim, é muito mais que isso. Fotografar um céu noturno mais límpido do mundo é uma visão fantástica", assegura Adhemar.
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014
16 fotos do eclipse total que avermelhou a Lua
(Exame) A filtragem da luz solar por camadas inferiores da atmosfera deixou a Lua vermelha na noite de 08 de outubro. Acesse acervo aqui
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Internauta fotografa obelisco durante fenômeno do equinócio em Macapá
Fotógrafo enviou imagem através da ferramenta colaborativa VC no G1. Registro mostra o sol através do obelisco do monumento Marco Zero.
(G1) Em Macapá, o internauta Manoel Raimundo Fonseca, de 50 anos, registrou o fenômeno do equinócio no momento em que o sol aparece no obelisco do monumento Marco Zero do Equador, ponto turístico da capital. O fenômeno é considerado um evento turístico no Amapá, e mostra o instante em que o sol se alinha com a linha imaginária do equador. A fotografia intitulada “Equinócio de Primavera na Linha do Equador” foi feita às 6h40 do dia 23 de setembro, dia de início do fenômeno, e enviada através da ferramenta colaborativa VC no G1.
“Como a imagem foi bem curtida no Facebook, recebi muitos elogios e ela foi bastante compartilhada. O equinócio sempre desperta interesse, principalmente por morarmos na Linha do Equador. Há um significado peculiar pra nós amapaenses”, explicou Fonseca.
Não foi a primeira vez que o internauta fotografou o fenômeno, mas desta vez, ele se preparou para o evento. “Eu já tinha fotografado o fenômeno antes, mas essa foto teve mais impacto. Me preparei bastante para esse momento”, disse.
Fonseca é analista judiciário e fotografa desde os anos de 1980, mas começou a se dedicar profissionalmente a fotografia há 2 anos. Ele acredita que o fenômeno poderia ser mais valorizado.
“Tenho amigos que moram no exterior e, quando expliquei o fenômeno, eles acharam fantástico. E pediram mais informações sobre nossa cidade, nossa cultura e como festejamos esse evento. O monumento do Marco Zero deveria ser um grande portal cultural e o equinócio deveria ser um evento que constasse como data importante a ser comemorada”, afirmou Manoel Fonseca.
O equinócio acontece em março e em setembro. O fenômeno marca o momento em que o dia e a noite têm a mesma duração (12 horas).
(G1) Em Macapá, o internauta Manoel Raimundo Fonseca, de 50 anos, registrou o fenômeno do equinócio no momento em que o sol aparece no obelisco do monumento Marco Zero do Equador, ponto turístico da capital. O fenômeno é considerado um evento turístico no Amapá, e mostra o instante em que o sol se alinha com a linha imaginária do equador. A fotografia intitulada “Equinócio de Primavera na Linha do Equador” foi feita às 6h40 do dia 23 de setembro, dia de início do fenômeno, e enviada através da ferramenta colaborativa VC no G1.
“Como a imagem foi bem curtida no Facebook, recebi muitos elogios e ela foi bastante compartilhada. O equinócio sempre desperta interesse, principalmente por morarmos na Linha do Equador. Há um significado peculiar pra nós amapaenses”, explicou Fonseca.
Não foi a primeira vez que o internauta fotografou o fenômeno, mas desta vez, ele se preparou para o evento. “Eu já tinha fotografado o fenômeno antes, mas essa foto teve mais impacto. Me preparei bastante para esse momento”, disse.
Fonseca é analista judiciário e fotografa desde os anos de 1980, mas começou a se dedicar profissionalmente a fotografia há 2 anos. Ele acredita que o fenômeno poderia ser mais valorizado.
“Tenho amigos que moram no exterior e, quando expliquei o fenômeno, eles acharam fantástico. E pediram mais informações sobre nossa cidade, nossa cultura e como festejamos esse evento. O monumento do Marco Zero deveria ser um grande portal cultural e o equinócio deveria ser um evento que constasse como data importante a ser comemorada”, afirmou Manoel Fonseca.
O equinócio acontece em março e em setembro. O fenômeno marca o momento em que o dia e a noite têm a mesma duração (12 horas).
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Céu estrelado
(UOL) Membro da tripulação a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) captura imagem de céu estrelado. O painel branco (esquerda) pertencente à nave espacial ATV-5, que está acoplada à ISS.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Imagem de aurora boreal sobre lago na Islândia é 'foto de astronomia do ano'
Competição do Observatório Real de Greenwich reuniu centenas de imagens impressionantes retratando beleza do cosmos.
(BBC/G1) De um eclipse sobre o Quênia até um céu sereno preenchido com uma aurora verde cintilante - a competição "Fotógrafo de Astronomia do Ano", realizada pelo Observatório Real de Greenwich, em Londres, apresenta o cosmos que vai além do nosso planeta por meio de fotos deslumbrantes.
Foram centenas de participantes de 51 países, com fotos divididas nas categorias Terra e Espaço, Pessoas e Espaço, Nosso Sistema Solar, e Espaço Profundo. Veja galeria de imagens.
O vencedor geral foi o britânico James Woodend, que ganhou o prêmio principal de Fotógrafo de Astronomia de 2014 com uma foto da aurora verde cruzando o céu islandês e refletindo na lagoa glacial de Vatnajökull.
Shishir Shashank Dholakia, de 15 anos, dos Estados Unidos, ganhou na categoria Fotógrafo Jovem do Ano. As fotos vencedoras estão expostas no Observatório Real de Greenwich até 22 de Fevereiro de 2015.
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Matéria com imagens aqui
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Matérias similares no Terra, Veja, UOL e R7
(BBC/G1) De um eclipse sobre o Quênia até um céu sereno preenchido com uma aurora verde cintilante - a competição "Fotógrafo de Astronomia do Ano", realizada pelo Observatório Real de Greenwich, em Londres, apresenta o cosmos que vai além do nosso planeta por meio de fotos deslumbrantes.
Foram centenas de participantes de 51 países, com fotos divididas nas categorias Terra e Espaço, Pessoas e Espaço, Nosso Sistema Solar, e Espaço Profundo. Veja galeria de imagens.
O vencedor geral foi o britânico James Woodend, que ganhou o prêmio principal de Fotógrafo de Astronomia de 2014 com uma foto da aurora verde cruzando o céu islandês e refletindo na lagoa glacial de Vatnajökull.
Shishir Shashank Dholakia, de 15 anos, dos Estados Unidos, ganhou na categoria Fotógrafo Jovem do Ano. As fotos vencedoras estão expostas no Observatório Real de Greenwich até 22 de Fevereiro de 2015.
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Matéria com imagens aqui
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Matérias similares no Terra, Veja, UOL e R7
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
C/2014 E2 Jacques
Antônio Martini Jr.
Telescópio Meade SC 254 mm - Câmera ASI 120 MC - redutor focal 0,5
Captura Sharp Cap - 22 frames de 4 s processados AS!2 - 16/9/14
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Veja fotos da última 'superlua' do ano
Fenômeno pôde ser observado na noite desta segunda-feira (8). Lua fica 14% maior e 30% mais brilhante do que o normal.
(G1) A última 'superlua' de 2014 pode ser observada na noite desta segunda-feira (8) em várias partes do mundo. O fenômeno ocorre quando a Lua alcança o ponto mais próximo de sua órbita na Terra (distância mínima de 358.387 km).
O satélite natural do nosso planeta surgiu 14% maior e 30% mais brilhante do que o normal. O seu auge pode ser observado às 22h38 desta segunda-feira no horário de Brasília. Esta foi a terceira e última 'Superlua' do ano. As outras foram nos dias 12 de julho. e 10 de agosto. Em 2015, o fenômeno será nos dias 20 de janeiro, 18 de fevereiro, 20 de março, 29 de agosto, 28 de setembro e 27 de outubro.
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Acervo de imagens e vídeo aqui
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Matérias similares no Terra, Galileu, iG e Veja
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E mais:
Professor junta 350 fotos para fazer vídeo do nascer da superlua no DF (G1)
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(G1) A última 'superlua' de 2014 pode ser observada na noite desta segunda-feira (8) em várias partes do mundo. O fenômeno ocorre quando a Lua alcança o ponto mais próximo de sua órbita na Terra (distância mínima de 358.387 km).
O satélite natural do nosso planeta surgiu 14% maior e 30% mais brilhante do que o normal. O seu auge pode ser observado às 22h38 desta segunda-feira no horário de Brasília. Esta foi a terceira e última 'Superlua' do ano. As outras foram nos dias 12 de julho. e 10 de agosto. Em 2015, o fenômeno será nos dias 20 de janeiro, 18 de fevereiro, 20 de março, 29 de agosto, 28 de setembro e 27 de outubro.
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Acervo de imagens e vídeo aqui
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E mais:
Professor junta 350 fotos para fazer vídeo do nascer da superlua no DF (G1)
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Jorge Coghlan - Santa Fe - Argentina
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Fotos tiradas com telescópio categoria de concurso de fotografia
(Portal Brasil) Os estudantes de graduação e pós-graduação, docentes e pesquisadores brasileiros interessados em participar do Prêmio Fotografia-Ciência & Arte 2014 têm até sexta-feira para inscrever suas imagens para apreciação da comissão julgadora.
A fotografia inscrita deverá estar associada à atividade científica ou tecnológica e ter sido produzida para fundamentar o trabalho de pesquisa, ao qual o candidato (a) esteve ou esteja vinculado.
Duas categorias serão contempladas nesta edição: imagens produzidas por câmeras fotográficas, modalidades ambiente silvestre e antrópico; e imagens produzidas por instrumentos especiais (ópticos, eletromagnéticos e eletrônicos), como lupa, microscópio, e imagens de satélite.
Os três primeiros colocados, em cada modalidade, serão premiados em dinheiro. O primeiro receberá a quantia de R$ 8 mil, o segundo R$ 5 mil, e o terceiro R$ 2 mil. O primeiro colocado de cada categoria terá direito a passagem aérea e hospedagem para participar da 67ª Reunião Anual da SBPC, em julho de 2015, em São Carlos (SP)
A fotografia inscrita deverá estar associada à atividade científica ou tecnológica e ter sido produzida para fundamentar o trabalho de pesquisa, ao qual o candidato (a) esteve ou esteja vinculado.
Duas categorias serão contempladas nesta edição: imagens produzidas por câmeras fotográficas, modalidades ambiente silvestre e antrópico; e imagens produzidas por instrumentos especiais (ópticos, eletromagnéticos e eletrônicos), como lupa, microscópio, e imagens de satélite.
Os três primeiros colocados, em cada modalidade, serão premiados em dinheiro. O primeiro receberá a quantia de R$ 8 mil, o segundo R$ 5 mil, e o terceiro R$ 2 mil. O primeiro colocado de cada categoria terá direito a passagem aérea e hospedagem para participar da 67ª Reunião Anual da SBPC, em julho de 2015, em São Carlos (SP)
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Artista cria fotografias 'cósmicas' para mostrar como humanos estão perto das estrelas
Imagens psicodélicas foram criadas com técnicas especiais de animação
(R7) O fotógrafo Ignacio Torres é conhecido por suas fotografias artísticos que simulam a profundidade de campo dos ambientes 3D. A mais nova série do texano evoca a similaridade química do corpo humano com as estrelas e outros corpos celestes, e o resultado são imagens etéreas, que parecem mostrar sonhos psicodélicos.
Mais imagens aqui
(R7) O fotógrafo Ignacio Torres é conhecido por suas fotografias artísticos que simulam a profundidade de campo dos ambientes 3D. A mais nova série do texano evoca a similaridade química do corpo humano com as estrelas e outros corpos celestes, e o resultado são imagens etéreas, que parecem mostrar sonhos psicodélicos.
Mais imagens aqui
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Conheça o trabalho dos astrofotógrafos
Nem pessoas, nem natureza. Esse tipo de fotógrafo busca no espaço a inspiração para seus cliques.
(Super) Da cidade de Assis, interior de São Paulo, o casal Fábio e Gabriela Carvalho vasculham os céus com telescópios e câmeras fotográficas em busca de imagens de planetas e satélites. Eles contaram para a SUPER um pouco da vida dos astrofotógrafos e do trabalho deles no Observatório OTUS. Acesse aqui
(Super) Da cidade de Assis, interior de São Paulo, o casal Fábio e Gabriela Carvalho vasculham os céus com telescópios e câmeras fotográficas em busca de imagens de planetas e satélites. Eles contaram para a SUPER um pouco da vida dos astrofotógrafos e do trabalho deles no Observatório OTUS. Acesse aqui
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Fotógrafo captura céus noturnos deslumbrantes
Randy Halverson viajou pelo centro-oeste dos EUA para tirar as fotos do céu
(R7) Você gosta de imagens noturnas? Então conheça o trabalho de Randy Halverson, que é de encher os olhos para quem gosta de fotografias bonitas. Mais imagens aqui
(R7) Você gosta de imagens noturnas? Então conheça o trabalho de Randy Halverson, que é de encher os olhos para quem gosta de fotografias bonitas. Mais imagens aqui
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Fotógrafo revela em imagens céu de Campinas invisível aos olhos
'Quero mostrar a realidade que as pessoas não percebem', afirma Defavari. Para ele, melhor lugar na cidade para fotografar é Observatório Municipal.
(G1) Olhar para o alto em busca do melhor momento para revelar estrelas, planetas, meteoros e a Via Láctea é o hobby, que está quase virando profissão, de um engenheiro mecânico que mora em Campinas (SP). O interesse de Rafael Defavari, de 28 anos, por astronomia uniu-se a sua outra grande paixão, a fotografia, levando para suas imagens noturnas do céu da cidade muito mais do que os nossos olhos podem captar numa simples observação.
"Eu quero mostrar a realidade, o que as pessoas não percebem e, por isso, muitas vezes elas se espantam quando olham minhas imagens", afirma o fotógrafo. Para ele, isso acontece porque olhamos pouco para o céu. "Muitos nunca tiveram a oportunidade de perceber que aquilo [universo] está lá para eles observarem. E a câmera capta mais do que nossos olhos conseguem ver ", destaca.
União de paixões
A união das duas paixões começou em 2009 durante um intercâmbio para a França. "Eu viajava e queria mostrar tudo para a minha família. Comecei a estudar e fotografei até a Aurora Boreal na Noruega, mas não é a que eu gostaria, pretendo voltar lá", planeja.
Depois disso, ele conta que não parou mais e passou a registrar em imagens também o céu de Campinas, a partir do Observatório Municipal Jean Nicolini, no distrito de Joaquim Egídio, por ser o ponto mais distante da parte urbana da cidade. "Eu não sabia da existência do local, acabei descobrindo por acaso. Ele é o lugar mais afastado, então é o melhor para fotografar aqui", explica.
Defavari conta que no início não imaginava que poderia fazer fotos com tantas estrelas e também com a presença marcante da Via Láctea - galáxia do qual o sistema solar faz parte - a partir do céu de Campinas devido ao excesso de luzes. "Eu não acreditava no potencial daqui, porque na cidade falta repensar o sistema de iluminação, tem muito poste jogando luz para cima", afirma.
Dias certos
Segundo Defavari, para conseguir imagens com tantos detalhes, é preciso esperar o momento certo. "Primeiro, a lua não pode estar no céu. Tem que ser lua nova, não pode ter nuvem e a Via Láctea tem que estar lá e ela só fica entre maio e outubro."
O fotógrafo conta que quando encontra as condições ideais para fazer as imagens, chega a passar a noite toda fotografando. "Minha namorada até brinca que quando tem lua nova, ela perde o lugar. Sempre gostei de estrela, de céu, é desde pequeno, eu tinha até uma lunetinha", relembra.
Além dos fatores astronômicos, é preciso ter também equipamentos adequados. Antes de iniciar um trabalho, ele monta a câmera e o tripé, coloca uma lente especial e deixa a máquina disparar automaticamente. "Eu uso lentes rápidas. As dos kits são muito escuras e o problema da Via Láctea e das estrelas daqui [Campinas] é que as luzes são muito fracas. Então, tem que deixar um tempo longo de exposição para captar cada vez mais luz.", explica.
Além disso, ele usa um aplicativo para mapear as condições astronômicas e encontrar o que será fotografado. "O céu depende da hora e do local, então você escolhe no simulador e coloca onde você está, dia e horário que quer fotografar, e ele te dá todas as coordenadas, como posição das estrelas. É importante porque nem sempre temos o visual antes de fotografar."
Sem interferência
Questionado sobre o tipo de tratamento que aplica nas imagens, Defavari rebate e diz que não interfere nas fotografias e que tudo que aparece em seus trabalhos é um registro do que acontece no ceú. "O único tratamento que eu faço é transformar o formato bruto em JPEG. Altero brilho e contraste porque nem sempre a câmera capta do jeito certo por ser foto noturna. Mas, introduzir cores ou coisas que não existiam, jamais! Tudo que está lá a câmera registrou realmente. Nada é fantasia", destaca.
Além de imagens a partir de máquinas fotográficas, Defavari conta que em algumas situações também utiliza um telescópio. "Não tem diferença em princípio de funcionamento, pois o telescópio é uma lente, só muda a distância focal. Uma lente [comum] tem distância de 50 mm e o do observatório tem mais de 6 mil mm. É a mesma câmera que é acoplada ao equipamento. Faço fotos assim de galáxias distantes."
Novo desafio
Apesar de conseguir imagens com muitos detalhes e que impressionam em Campinas, sua paixão por fotografar estrelas e galáxias está longe de terminar. Para Defavari seu maior desafio ainda está por vir, será em outubro, quando viajará para o Chile. "O céu mais bonito do mundo é do Atacama no Chile. É uma região seca, pois chove pouco por ano. Além disso, o deserto está muito longe da cidade, a poluição luminosa não atrapalha e nem as condições atmosféricas", se anima o fotógrafo planejando o futuro.
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Mais imagens aqui
(G1) Olhar para o alto em busca do melhor momento para revelar estrelas, planetas, meteoros e a Via Láctea é o hobby, que está quase virando profissão, de um engenheiro mecânico que mora em Campinas (SP). O interesse de Rafael Defavari, de 28 anos, por astronomia uniu-se a sua outra grande paixão, a fotografia, levando para suas imagens noturnas do céu da cidade muito mais do que os nossos olhos podem captar numa simples observação.
"Eu quero mostrar a realidade, o que as pessoas não percebem e, por isso, muitas vezes elas se espantam quando olham minhas imagens", afirma o fotógrafo. Para ele, isso acontece porque olhamos pouco para o céu. "Muitos nunca tiveram a oportunidade de perceber que aquilo [universo] está lá para eles observarem. E a câmera capta mais do que nossos olhos conseguem ver ", destaca.
União de paixões
A união das duas paixões começou em 2009 durante um intercâmbio para a França. "Eu viajava e queria mostrar tudo para a minha família. Comecei a estudar e fotografei até a Aurora Boreal na Noruega, mas não é a que eu gostaria, pretendo voltar lá", planeja.
Depois disso, ele conta que não parou mais e passou a registrar em imagens também o céu de Campinas, a partir do Observatório Municipal Jean Nicolini, no distrito de Joaquim Egídio, por ser o ponto mais distante da parte urbana da cidade. "Eu não sabia da existência do local, acabei descobrindo por acaso. Ele é o lugar mais afastado, então é o melhor para fotografar aqui", explica.
Defavari conta que no início não imaginava que poderia fazer fotos com tantas estrelas e também com a presença marcante da Via Láctea - galáxia do qual o sistema solar faz parte - a partir do céu de Campinas devido ao excesso de luzes. "Eu não acreditava no potencial daqui, porque na cidade falta repensar o sistema de iluminação, tem muito poste jogando luz para cima", afirma.
Dias certos
Segundo Defavari, para conseguir imagens com tantos detalhes, é preciso esperar o momento certo. "Primeiro, a lua não pode estar no céu. Tem que ser lua nova, não pode ter nuvem e a Via Láctea tem que estar lá e ela só fica entre maio e outubro."
O fotógrafo conta que quando encontra as condições ideais para fazer as imagens, chega a passar a noite toda fotografando. "Minha namorada até brinca que quando tem lua nova, ela perde o lugar. Sempre gostei de estrela, de céu, é desde pequeno, eu tinha até uma lunetinha", relembra.
Além dos fatores astronômicos, é preciso ter também equipamentos adequados. Antes de iniciar um trabalho, ele monta a câmera e o tripé, coloca uma lente especial e deixa a máquina disparar automaticamente. "Eu uso lentes rápidas. As dos kits são muito escuras e o problema da Via Láctea e das estrelas daqui [Campinas] é que as luzes são muito fracas. Então, tem que deixar um tempo longo de exposição para captar cada vez mais luz.", explica.
Além disso, ele usa um aplicativo para mapear as condições astronômicas e encontrar o que será fotografado. "O céu depende da hora e do local, então você escolhe no simulador e coloca onde você está, dia e horário que quer fotografar, e ele te dá todas as coordenadas, como posição das estrelas. É importante porque nem sempre temos o visual antes de fotografar."
Sem interferência
Questionado sobre o tipo de tratamento que aplica nas imagens, Defavari rebate e diz que não interfere nas fotografias e que tudo que aparece em seus trabalhos é um registro do que acontece no ceú. "O único tratamento que eu faço é transformar o formato bruto em JPEG. Altero brilho e contraste porque nem sempre a câmera capta do jeito certo por ser foto noturna. Mas, introduzir cores ou coisas que não existiam, jamais! Tudo que está lá a câmera registrou realmente. Nada é fantasia", destaca.
Além de imagens a partir de máquinas fotográficas, Defavari conta que em algumas situações também utiliza um telescópio. "Não tem diferença em princípio de funcionamento, pois o telescópio é uma lente, só muda a distância focal. Uma lente [comum] tem distância de 50 mm e o do observatório tem mais de 6 mil mm. É a mesma câmera que é acoplada ao equipamento. Faço fotos assim de galáxias distantes."
Novo desafio
Apesar de conseguir imagens com muitos detalhes e que impressionam em Campinas, sua paixão por fotografar estrelas e galáxias está longe de terminar. Para Defavari seu maior desafio ainda está por vir, será em outubro, quando viajará para o Chile. "O céu mais bonito do mundo é do Atacama no Chile. É uma região seca, pois chove pouco por ano. Além disso, o deserto está muito longe da cidade, a poluição luminosa não atrapalha e nem as condições atmosféricas", se anima o fotógrafo planejando o futuro.
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Brasileiro registra espetacular imagem da Galáxia de Andrômeda
(Apolo11) A Galáxia de Andrômeda é a rainha das galáxias no céu. Nenhuma outra galáxia aparece de forma tão espetacular como ela. Andrômeda pode ser vista até mesmo a olho nu, mas para registrar uma imagem tão espetacular assim precisa entender muito de astrofotografia!
A foto que ilustra esse artigo não foi feita pelo telescópio Hubble ou por grandes observatórios. Também não foi feita por estrangeiros com equipamentos dignos de filmes de ficção científica. Foi registrada por um brasileiro, Rodrigo Andolfato, durante um encontro de astrônomos amadores.
Andolfato é um astrofotógrafo bastante conhecido entre os amantes da astronomia e dedica boa parte do seu tempo para registrar as belezas de céu noturno.
Recentemente, durante o VII Encontro Brasileiro de Astrofotografia, realizado na Chapada dos Veadeiros, Andolfato fez diversos retratos do firmamento, incluindo essa maravilhosa imagem da Galáxia de Andrômeda, ou M31, localizada a mais de 2.5 milhões de anos-luz de distância.
Para registrar Andrômeda em todo o seu esplendor, Andolfato fez 40 imagens com 2 minutos de exposição e utilizou uma teleobjetiva de 200 mm acoplada a uma câmera especial para astrofotografia. Em seguida, "empilhou" os 40 frames em um software adequado.
Empilhar fotogramas é uma técnica usada em astronomia para somar imagens feitas separadamente com o objetivo de extrair detalhes impossíveis de serem registrados em uma única foto.
O resultado, como se pode ver, foi simplesmente impressionante. Digna de uma galáxia com mais de 1 trilhão de estrelas!
Supernova
Em 20 de agosto de 1885, Andrômeda foi palco da primeira supernova já registrada em qualquer galáxia além da Via Láctea. Na ocasião uma estrela explodiu no bojo central de M31 e seu brilho e pode ser visto por vários observadores astronômicos, fracamente visível a olho nu.
Os cálculos mostram que ocorre uma supernova por século na galáxia de Andrômeda. Dessa forma não deveremos esperar muito tempo para que aconteça novamente. Quando acontecer, diversos astrofotógrafos deverão registrar o evento e se depender de Andolfato, Andrômeda já estará na mira!
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E mais:
Foto espacial: NASA divulga imagem impressionante de Andrômeda (Hypescience)
terça-feira, 12 de agosto de 2014
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