sexta-feira, 16 de abril de 2010

Trajetória do Sol em 6 meses

(Gizmodo) Foto tirada por "Mr. Mallon" com uma câmera Pinhole entre os meses de junho e dezembro de 2009.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Marte

Fábio Plocos

sexta-feira, 26 de março de 2010

Saturno

Fábio Plocos

terça-feira, 23 de março de 2010

Astrofotos: uma Capella no topo do mundo!


Constelação de Auriga vista acima do Monte Everest.


(Apolo11) Todos que moram nas grandes cidades sabem da dificuldade para se observar as estrelas e planetas. Diversos fatores influenciam a chegada da luz até nossos olhos ou instrumentos e mesmo que tenhamos uma noite excepcionalmente limpa, sempre haverá um empecilho natural difícil de superar: a atmosfera terrestre.

Na tentativa de superar esse obstáculo os astrônomos constroem os observatórios nos locais mais altos possíveis, o que permite que a luz proveniente dos mais distantes locais do Universo chegue até os telescópios com a mínima interferência, permitindo o melhor estudo dos objetos celestes. Observatórios nos Andes, Mauna Kea, Mont Wilson estão entre os mais elevados do mundo e não é a toa que produzem imagens de altíssima qualidade.

O turco Babak Tafreshi, um dos mais conhecidos astrofotógrafos do mundo, não tem um observatório particular, mas é um viajante apaixonado pela astronomia e por onde passa não perde a oportunidade de fotografar o céu. E para inveja de seus colegas, costuma sempre retratar o firmamento visto dos mais belos lugares do planeta.

Na imagem mostrada, Tafreshi retratou a brilhante estrela Capella, a Alpha da constelação de Auriga, instantes depois de nascer sobre o Monte Everest, o pico mais alto do mundo, visto à esquerda no fundo da imagem.



Locaização dos elementos. Crédito: Babak Tafreshi/NASA/APOD.


A beleza da composição é marcada pela grande montanha e de seu vizinho Lhotse, intensamente banhados pela luz da Lua e com seus picos quase tocando o céu. Para completar a cena Tafreshi enquadrou o monumento budista Stupa, visto à esquerda da cena junto à principal estrada que leva ao Acampamento Base do Everest. O pequeno ponto luminoso visto na parte inferior do centro da foto é o Monastério de Tengboche, ao longo de uma trilha de quatro mil metros.

Além da cordilheira do Himalaia e de Auriga brilhando intensamente no céu, Tafreshi também teve a sorte de enquadrar a estrela Aldebaran e as Plêiades, observados facilmente na imagem em alta resolução. Aldebaran é a segunda estrela mais brilhante da composição e Plêiades é o aglomerado de estrelas visto na parte superior da foto, na direção de Aldebaran

Sem dúvida, uma bela composição!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Ceres


Fábio Plocos

sexta-feira, 12 de março de 2010

Vesta

Fábio Plocos

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Foto mostra rastro deixado por satélites em ‘supervia’ em torno da Terra

Existem em atividade cerca de 370 satélites em órbita geoestacionária.
Equipamentos são fundamentais para comunicações e meteorologia.



Satélites em movimento, com a nebulosa de Órion ao fundo (Foto: Babak Tafreshi, TWAN-The Work At Night)


(G1) Para que um satélite fique em órbita geoestacionária, é preciso que esteja a aproximadamente 36 mil quilômetros sobre o nível do mar, cerca de cinco vezes o raio da Terra, e no plano do equador.

Cumprido esse requisito, o objeto segue um período orbital igual ao da rotação da Terra (24 horas) e, portanto, é como se estivesse pairando sobre um mesmo ponto (em relação à Terra).

Existem atualmente mais ou menos 370 satélites geoestacionários na ativa, pois são vitais para comunicações e monitoramento meteorológico.

Em relação ao pano de fundo cósmico, os equipamentos, obviamente, estão se movendo, e bem rápido: cerca de dez vezes mais velozes que um avião comercial. A foto acima mostra o rastro deixado por eles no “anel geoestacionário”, uma espécie de supervia orbital.

Clique aqui para ver a imagem em movimento e saber detalhes sobre como foi captada