segunda-feira, 30 de maio de 2011

Conjunção Planetária + Lua em 29 de Maio de 2011



Carlos Crossatt - Uruguai

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Conjunção Planetária em 21 de maio de 2011


Gerardo Addiego - Uruguai

terça-feira, 24 de maio de 2011

Reaparecimento da faixa equatorial sul de Júpiter

Duas tomadas feitas em épocas diferentes por Fabrício Borges:



31/05/2010



24/05/2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Trânsito da ISS sobre o disco solar

22/5/2011 - Alex Conu - Romênia (Space Weather)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A Via Láctea Como Vista Desde a Irlanda do Norte


(EPOD / Cienctec) A imagem acima mostra o brilho da Via Láctea como ela é observada no começo da primavera desde o Condado de Beaghmore, próximo a Tyrone na Irlanda do Norte. Beaghmore é um importante local Neolítico. Pelo fato de ser um local remoto, longe dos grandes centro urbanos, o céu noturno nessa localidade é bem escuro. Nessa imagem, o norte está para cima, ou como se fosse a posição de 12:00 do ponteiro de um relógio. A Via Láctea se espalha no céu (seguindo essa analogia a um relógio), entre as posições de 1:00 hora e 5:00 horas. A nossa galáxia espiral contém mais de 100 bilhões de estrelas, mas devido ao fato de grande parte da luz estelar ser atenuada pela poeira e pelas nuvens interestelares, elas não se apresentam para os nossos olhos. Apesar de tudo, a magnitude integrada da Via Láctea é de aproximadamente -5.0 o que faz dela mais brilhante do que o planeta Vênus quando esse se encontra em sua fase mais brilhante. É possível notar na imagem acima que a constelação de Orion está na parte inferior direita (5:00). O agrupamento brilhante no centro a direita é o aglomerado estelar das Plêiades, e a constelação da Ursa Major (Grande Concha) pode ser vista proeminente na parte superior direita na posição de 10:00 horas. Essa imagem foi feita no dia 4 de Maio de 2011.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Saturno - registros



Jorge Arturo Colorado


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N.T.Frota



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Fabrício Borges

segunda-feira, 16 de maio de 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Eclipse Total da Lua e Outros Fenômenos São Registrados em Uma Noite Estrelada Sobre o VLT


Um eclipse total da Lua é um espetáculo de expressão. Mas ele também fornece uma outra oportunidade de observação: um céu escuro livre do brilho da Lua Cheia. No Cerro Paranal no Deserto de Atacama no Chile, um dos lugares mais remotos da Terra, longe das fontes de poluição luminosa faz com que o céu seja ainda mais impressionante durante um eclipse total da Lua.

Essa foto panorâmica foi feita pelo Embaixador Fotográfico do ESO Yuri Beletsky, e mostra a visão de um céu estrelado desde o local onde se situa o Very Large Telescope do ESO no Cerro Paranal, imagem essa feita durante o eclipse total da Lua do dia 21 de Dezembro de 2010. O disco avermelhado da Lua é visto na parte direita da imagem, enquanto que a Via Láctea desenha um arco através do céu com toda a sua beleza. O outro brilho de luz mais apagado também é observado, envolvendo o brilhante planeta Vênus na parte inferior esquerda da imagem. Esse fenômeno é a luz zodiacal e é produzido pela reflexão da luz do Sol na poeira interplanetária do Sistema Solar interno. Esse brilho é tão discreto que normalmente ele é obscurecido pela luz da Lua ou pela poluição luminosa.

Durante o eclipse total da Lua, a sombra da Terra bloqueia a luz direta do Sol vinda da Lua. A Lua ainda está visível, avermelhada pois somente os raios de luz na parte vermelha, ou seja, na parte final do espectro são capazes de atingir a Lua após serem redirecionados através da atmosfera da Terra, a luz verde e a luz azul são dispersadas de maneira muito mais intensa.

De forma interessante, a Lua, que aparece acima de uma dos Unit Telescopes, o UT2 do VLT foi observada nessa noite pelo UT1. O UT2 e o UT1 são conhecidos como Antu (que significa O Sol em Mapudungun, umas das línguas chilenas nativas) e Kueyen (A Lua), respectivamente.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Astrônomo amador faz panorama completo do céu noturno

Americano reuniu mais de 37 mil fotos para criar uma visão total da abóbada celeste


(AP / iG) Nick Risinger sempre gostou de olhar o céu. Mas no ano passado o astrônomo e fotógrafo amador largou seu emprego como diretor de marketing em Seattle e posicionou seis câmeras sincronizadas em 100 mil quilômetros quadrados para capturar o céu noturno por inteiro.

Risinger, de 28 anos, colocou suas câmeras em locais elevados no oeste do Estados Unidos e na África do Sul, em épocas de lua nova, quando as noites são longas e escuras. Ele programou as seis câmeras para rastrearem as estrelas enquantos estas se moviam pelo céu, e simultaneamente fizeram milhares de cliques.

Depois, ele juntou as 37 440 fotografias com um software para criar um levantamento panorâmico completo do céu, que ele postou em seu site skysurvey.org duas semanas atrás. A foto revela uma visão 360 graus da Via Láctea, planetas e estrelas em suas cores verdadeiras. Os usuários podem dar zoom em porções de imagem de 5000 megapixels para achar a constelação de Órion ou da galáxia Grande Nuvem de Magalhães.

"Eu quis dividir o que achei ser possível," disse Risinger, fotógrafo de primeira viagem. "Nós não vemos o céu assim. Numa noite boa em Seattle, dá para ver 20 ou 30 estrelas. Assim [na foto], você pode ver 20 ou 30 milhões. Tudo está ampliado".

Outros levantamento celestes deste tipo já foram feitos, como o Digitized Sky Survey e o Google Sky. Muitos servem a propósitos científicos e foram fotografados em vermelho ou azul para medir a temperatura das estrelas, de acordo com Risinger. Em seu experimento, ele acrescentou a cor verde, para dar mais profundidade e riqueza de detalhes.

De acordo com Andrew Fraknoi, educador sênior da Sociedade Astronômica do Pacífico, a imagem é linda, embora não tenha utilidade científica. “É uma imagem mais artística e educacional. Astrônomos profissionais estão fazendo levantamentos muito mais profundos de regiões celestes menores, usando grandes telescópios. Mas é bom de vez em quando ter um registro fotográfico tão belo do céu inteiro”.

Risinger acrescentou que a intenção não era ganhar dinheiro: “Ela tem propósitos educacionais. Quero desenvolver uma ferramenta para a sala de aula.”

Nick Risinger se preparando para fotografar no Colorado: câmeras especiais e muita estrada



Preparação minuciosa

Para capturar o céu completo em um ano, foi necessário planejar quais imagens eram necessárias para fotografar tanto o céu no Hemisfério norte quanto no sul. O americano dividiu o céu em 624 partes exatas e colocou essas coordenadas em um computador.

“Deu um trabalho imenso,” explicou, em seu apartamento em Seattle. “Não é um projeto que se possa fazer de improviso. Você tem que planejar como vai conseguir todo o céu. E você faz isso o dividindo em pedaços e sabendo o horário que você precisa coletar esses pedaços, porque à medida em que a Terra dá ao volta ao redor do Sol, coisas entram e saem de vista.”

Em março de 2010, Risinger e seu irmão mais velho Erik viajaram para o deserto perto de Topanah, Nevada, e tiraram as primeiras fotos do que se tornaria seu Photopic Sky Survey.

Quando percebeu que o trabalho era monumental, pediu demissão de seu trabalho no departamento de marketing de uma fabricante de balcões para se dedicar ao projeto. Também convenceu seu pai, já aposentado, a se juntar aos filhos.

Nos Estados Unidos, ele e o pai dirigiam o dia todo para fotografar a noite toda. Eles procuram as oportunidades ideais para conseguir o céu o mais limpo possível.

Suas viagens o levaram a lugares com baixa poluição visual e boas altitudes – onde há menos vapor d’água – como as montanhas Chiricahua, no Arizona, Fort Davis, no Texas, e Floresta Nacional Lassen, na Califórnia. Ele se viu caçando estrelas em temperaturas congelantes em Telluride, Colorado e na África do Sul, onde, acostumado com o céu do norte, não conseguia reconhecer nenhuma das constelações.

A cada noite, Risinger montava seis câmeras --- equipamentos de astrofotografia monocromática com diferentes filtros – para fotografar exatamente o mesmo ponto e alimentar continuamente seu laptop com imagens. Ele monitorava as imagens em tempo real e comia sementes de girassol, enquanto seu pai dormia.

De volta a Seattle, Risinger começou a montar a imagem panorâmica em janeiro. Usou um software para escanear cada frame, reconhecer o padrão em um banco de dado de estrelas e combiná-los com outras cores e frames. O resultado foi projetado numa esfera.

“Fazer um atlas deste tipo era algo apenas para astrônomos profissionais no passado,” comentou Franknoi. “Com as novas ferramentas da tecnologia, é incrível o que astrônomos amadores podem fazer”.

Risinger terminou o projeto há algumas semanas, e vem conseguindo milhares de hits no seu site. “Era muito difícil descrever o que estava fazendo para quem não conhece astronomia. Mas quando eles vêem, entendem na hora”.
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Matéria similar na Veja

quarta-feira, 11 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

M 83

Carlos A. Krawczenko

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Eta Aquarídeos e Conjunção Planetária





Pablo Gagliarini (General Pico - Argentina)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Conjunção Planetária Sobre o Paranal no Chile


(ESO / Cienctec) O embaixador fotográfico do ESO Gerhard Hüdepohl, registrou outra cena celeste rara.

Na manhã do dia 1 de Maio de 2011, uma hora antes do Sol nascer, cinco dos oito planetas do Sistema Solar que conseguimos ver e a Lua puderam ser vistos desde o Paranal. Os quatro planetas no céu eram Mercúrio, Vênus, Marte e Júpiter, e eles se juntaram à Lua crescente para criar essa bela oportunidade de uma foto de uma conjunção planetária, que é definida quando dois ou mais corpos celestes ficam próximos no céu quando são vistos desde a Terra.

Nessa foto o brilho Lua crescente é causado pelo Sol (que está um pouco abaixo do horizonte), enquanto que a parte mais escura recebe somente a luz que é refletida pela superfície da Terra. Vênus é o planeta mais alto e mais brilhante, com Mercúrio logo abaixo e a direita. Júpiter se apresenta diretamente abaixo de Vênus mas muito mais próximo do horizonte. Marte por sua vez, pode ser visto um pouco abaixo de Júpiter, a separação no céu foi de menos de meio grau. O quinto planeta na foto, lógico é a Terra, que está num ponto de vista privilegiado para poder observar tal alinhamento cósmico.

Essa visão do Cerro Paranal mostra algumas montanhas próximas e alguns picos mais distantes do Deserto de Atacama, um dos lugares mais secos do planeta. Três telescópio auxiliares chamados de Auxiliary Telescopes de 1.8 metros de diâmetro que pertencem ao Very Large Telescope do ESO têm suas silhuetas mostradas contra o plano de fundo. À direita do AT mais a esquerda está o Cerro Armazones, local de instalação do futuro European Extremely Large Telescope (E-ELT). O Cerro Armazones fica a apenas 20 km do Paranal. Entre os ATs à direita está o distante vulcão Llullillaco, que fica na divisa entre o Chile e a Argentina. Ele fica a uma distância de 190 km do Cerro Armazones, mas devido às condições atmosféricas excepcionais do Deserto do Atacama é possível se ter uma visão nítida dele apesar da grande distância. Essas condições logicamente também ajudam a região a ser considerada o melhor local do mundo para observações astronômicas.

segunda-feira, 2 de maio de 2011