terça-feira, 19 de novembro de 2013

Minha primeira foto do ISON



(Física na Veia) Madruguei. Por volta das 5h da manhã, com binóculo, vasculhei o céu na região onde deveria estar o ISON. Mas não consegui distingui-lo dos outros pontinhos luminosos(1). Sua observação ainda está bem difícil para a maioria das pessoas.

A melhor saída: câmera no tripé para tentar uma foto de longa exposição e, depois, comparando com uma simulação em computador, tentar encontrar a "agulha no palheiro".

Fiz várias imagens, variando tempo de exposição, ISO, etc. E a melhor delas é que estou publicandos(2).. Clique aqui ou na imagem acima para abrir versão da imagem em alta resolução. Note que o ISON ainda é minúsculo, muito menor e menos brilhante do que a estrela Spica (alfa da constelação de Virgem)

Continuarei observando, nas próximas madrugadas, torcendo para que o ISON fique maior e mais brilhante, quem sabe a ponto de poder vê-lo a olho nu! Em condições ideais, teoricamente, isso já é possível.


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E mais:
A melhor imagem do cometa Ison (Mensageiro Sideral - Folha)
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Hélio Vital

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Cometa ISON em Paramoti/CE

Paulo Regis (CASF)

Apaixonado por astronomia, carioca fotografa cometa no MT

Eduardo Baldaci e sua devoção à ciência comoveram fabricante de telescópios americana, que doou equipamento avaliado em R$ 22 mil



(Terra) Desde o início, o ano de 2013 vem sendo considerado especial por astrônomos e entusiastas do estudo de corpos celestes. Diversos cometas foram ou ainda serão vistos a olho nu de diferentes pontos do planeta. Apaixonado pelo assunto desde a infância no Rio de Janeiro, o astrônomo amador Eduardo Baldaci, hoje radicado em Cuiabá, conseguiu capturar, na madrugada desta quinta-feira, imagens de um deles, o C/2013 R1 Lovejoy.

Com uma câmera do tipo DSLR acoplada a um telescópio semiprofissional, ele “congelou” em uma foto toda a velocidade e a luminosidade esverdeada do cometa, que, nesse caso, leva o nome do telescópio que o identificou pela primeira vez.

Baldaci, o autor das fotos, é um “sonhador apaixonado por astronomia", como ele mesmo se define, desde 1969. Quando tinha 3 anos viu pela TV o primeiro passo de um terrestre, de nome Neil Armstrong, na Lua. “Na minha geração, muitas crianças diziam que queriam ser astronautas quando crescessem. Eu era uma delas e levei isso a sério”, contou ao Terra.

Já na adolescência, se interessou em observar o céu, em entender um pouco da dimensão dos astros e estrelas. Antes dos 18 anos já se considerava astrônomo amador. Chegou a prestar vestibular de física, mas desistiu da ideia de se profissionalizar com medo do mercado de trabalho restrito.

O tempo passou, e Baldaci se especializou em outra área. Hoje é funcionário público em Cuiabá, mas mantem a velha paixão em paralelo. Em 2011, escreveu uma carta ao maior fabricante de telescópios dos Estados Unidos e do mundo. Contou sua trajetória e falou sobre inúmeros projetos de astronomia que ele, de forma praticamente autônoma, promove há anos em praças e escolas da capital do Mato Grosso.

A empresa, chamada Celestron, se compadeceu. “Minha intenção era comprar com desconto, já que não disponho de muitos recursos, mas eles gostaram tanto da minha história que resolveram me doar um telescópio semiprofissional, que aqui no Brasil custa R$ 22 mil”.

A única condição da empresa é que ele buscasse o instrumento ótico em Los Angeles, nos Estados Unidos. Para conseguir dinheiro, o astrônomo reuniu amigos e patrocinadores em torno da causa. Viajou. Trouxe o objeto de 50 quilos na bagagem e, ao chegar ao aeroporto de Guarulhos, percebeu a disparidade cultural e burocrática entre os dois países. Dos Estados Unidos, saiu com o telescópio, pelo qual não teve que pagar nada, devidamente embalado. Não enfrentou nenhum tipo de resistência ao deixar o País. Por aqui, foi barrado na alfândega e teve de pagar imposto pelo objeto. “Eu estava com uma carta da empresa que dizia que o telescópio foi doado a mim, com todos os meus dados, em papel timbrado, mas mesmo assim me cobraram. Minha sorte é que, conhecendo o sistema, já tinha o dinheiro reservado”.

O cometa Lovejoy
A coloração esverdeada do C/2013 R1 Lovejoy deriva dos gases quem compõem o núcleo do cometa e seu entorno, segundo explica o astrofísico professor da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Gustavo Rojas. “O núcleo de um cometa é composto basicamente de um amontoado de rochas e gelo d'água. Nesse núcleo estão aprisionados gases, principalmente gás carbônico, monóxido de carbono, metano e amônia, que formam a cabeleira do cometa (uma atmosfera em torno do núcleo), que também inclui o cianogênio (CN), dando essa cor esverdeada”, explica.

Esses núcleos, segundo o professor, geralmente têm alguns quilômetros de extensão. “Os maiores têm cerca de 30 quilômetros. O núcleo do cometa Halley, por exemplo, tinha 15 quilômetros em sua extensão máxima”. Já as caudas, formadas quando o cometa já está bem próximo ao Sol, em sua órbita ovalar, não têm um tamanho médio, podem chegar a várias centenas de milhares ou mesmo milhões de quilômetros.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

I Encontro Paraibano de Astrofotografia (I EPA)





(Tomaz Passamani - Movimento Educacionista do Brasil) O I Encontro Paraibano de Astrofotografia (I EPA) ocorreu de 01 a 03 de Novembro de 2013, no Casarão do Jabre, em Maturéia - PB. Estiveram presentes os participantes do encontro e também alguns alunos da Escola Municipal Francisco Quinino de Medeiros de Ipueira, RN. Todos receberam filtros de soldador n°14 e foram orientados pelo professor Francisco Saulo.

As fotos são de Egberto Araújo (participante do encontro), com exceção da foto do sol que foi feita por Marcelo Zurita.

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E mais:

Marcelo Zurita

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Concurso de Astrofotografia Latinoamericana



Convocatória para p Concurso de Astrofotografía Latinoamericana, promovido pelo Centro de Observaciones Astronómicas COAS de Venezuela, em conjunto com a Comunidad Astronómica Aficionada Chilena CAACH e os grupos de facebook Astrofotografía Latinoamericana e Astrofotógrafos Associados à Comunidad Astronómica Chilena, os quais convidam a toda a comunidade astronômica aficcionada latinoamericana a participar do Concurso "Calendario Astronómico 2014" que se está realizando de 1 de setembro a 23 de novembro de 2013.

Maiores detalhes na página (em espanhol):
http://comunidadastronomicachile.blogspot.com/2013/09/concurso-de-astrofotografia.html

terça-feira, 5 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Veja imagens do último eclipse do ano pelo mundo

Fenômeno, que ocorre quando a Lua se coloca na órbita entre a Terra e o Sol, aconteceu neste domingo.


Clique na imagem acima para acessar acervo

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E mais:
Da janela de casa, internauta de Fortaleza fotografa eclipse solar (G1)
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Último eclipse solar do ano foi visto pelo mundo (Folha)
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Imagem UOL - Natal/RN
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Acervo iG
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Acervo Diário do Nordeste
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Acervo Veja
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Acervo O Globo
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Acervo Sky and Telescope
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Saulo Machado - Fortaleza/CE

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Tomaz Passamani

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Paulo Vamberto